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Ainda há tempo!

Você já teve aquela sensação de que os dias estão a passar cada vez mais rápido? Até parece que não há mais tempo! É como se o tempo voasse e nós como loucos passássemos toda a vida correndo atrás dele ou simplesmente acabamos o deixando passar por entre nossos dedos, talvez na esperança de que algum dia vamos conseguir recobrar o tempo perdido, mas infelizmente ele não para, não perdoa e não volta, o que volta é apenas o desejo de no tempo poder voltar. Quantas vezes você já não quis voltar atrás? E não ter falado aquelas palavras, ou relembrar aqueles bons momentos de quando era criança e a única preocupação era decidir qual seria a brincadeira da vez, ou de sentir o aroma daquela torta da sua avó, daquela especial noite de natal, ou daquele seu amigo de infância. Ou talvez você queira poder voltar para dizer aquele último adeus, pra perdoar, pra amar, pra tentar mudar.

A vida é como o mar, tão plena e bela na sua imensidão, mas, também, tão traiçoeira, agressiva e folgas, e assim como o mar a vida não para e a qualquer momento tudo pode mudar. E você, o que está fazendo, neste momento? Esperando o tempo, ou melhor, a vida passar? Não acha que esta na hora de mudar de atitude?Então corre que ainda dá tempo de usufruir de cada momento, de amar mais, de sorrir mais e até chorar mais, mas de felicidade; ainda há tempo para brincar, para perdoar, para aprender, viajar, ainda há tempo para viver! Então, viva porque o amanhã pode não ser nada disso, amanhã pode ser tarde demais.

Portanto não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje! Vá atrás dos seus sonhos, conquiste aquelas suas metas que fez nessa virada de ano. Sabe aquele curso de inglês que você tanto queria fazer para poder viajar, pois então, não pense duas vezes, vá e faça ou então aquela vaga de emprego ou aquele aumento de salário que você tanto almeja, não fique só esperando, vá atrás, se qualifique dê motivos para merecer e se destacar. Diga aquele EU TE AMO para quem você deseja, sorria para a vida, pois ela é curta demais e não há chances de voltar atrás.

Texto: Fernanda Sauer